Olá, pessoas!!
Como vão?
Então, pensaram como foram seu últimos 6 meses?
Os meus foram cansativos, a escola toma a maior parte do meu tempo e quando não estou na escola estou estudando para provas, testes ou fazendo alguns exercícios... Isso é massante! Por isso essa postagem é para todos aqueles que assim como eu estão passando por momentos tensos na escola, no meu caso é o vestibular... Entrar na faculdade é bem difícil e requer estudo e comprometimento, mas não quer dizer que só por essa razão temos que abrir mão do nosso tempo de descanso para estudar! Eu quase caí nessa! Uma lida na matéria é o suficiente... Talvez seja bom escrever um pouco, treinar redação, porque ela vale metade da nota, mas se não fizer isso tudo bem... Se você é vestibulando você merece mais do que ninguém (nossa! que exagero, mas tenho tenho razão) de descanso! Um tempo para pensar em você, cuidar de você, relaxar bastante para começar a segunda etapa do ano com segurança e a cabeça limpa! Isso ajudará você à concentrar-se melhor e, com certeza, vai refletir na nota do vestibular e do ENEM lá na frente! Você vai se sair bem melhor com certeza!
Agora, chega! Vamos falar do que é interessante!
Nessas férias eu não viajei...
Mas não quer dizer que não me diverti!
E quero ajudar quem não conseguiu fazer nada e ficou no tédio na semana passada inteira!
Eu começei no tédio... Só que eu sou elétrica... Imaginem como eu fiquei deprimida sem nada para fazer... Então, eu mudei! Começei a fazer coisas que eu gosto de fazer, porque assim o tempo passa mais rápido. Vou listar:
1- Assisti filmes, mesmo repetidos, porque eu adoro fazer isso!
2- Li, escolhi um bem grosso para ler nas férias inteiras, o qual eu tinha certeza que não conseguiria ler enquanto estivesse em época de aulas
3- Aceitei ir para todos os lugares que me chamaram! Visitei parente, fui no centro do Rio para fazer compras com minha mãe, entramos em milhões de lojas, passamos o dia inteiro! E encerramos comendo tartelette de queijo e morango e tomando café na Confeitaria Colombo (hhuuummmm bom! delícia!)
4- Fiquei na internet
5- Fiz uma caixinha para guardar coisas (ficou linda!!)
6- Cuidei do meu primo que é bebê! Own
7- Fui no cinema com minha família! Assisti Harry Potter 7 parte 2
8- Desenhei muito!
9- Pintei minhas unhas! Tirei e coloquei o esmalte mil vezes...
10- Limpei meu quarto e a sala para minha mãe (até agora sinto os efeitos da minha alergia a poeira que me atingiu violentamente dessa vez)
Estão vendo?! Pode parecer muito simples e típicas do tédio, mas distraíram-me de tal forma que só ia dormir mais de meia-noite!
Tentem fazer isso! E assim, quem sabe se livram do tédio!
Bjinhus!!
Uma virginiana alegre e expansiva. Blogueira nas horas vagas. Já pensou em se tornar diplomata, mas descobriu que seu real talento e sua maior vocação estão nas artes cênicas, principalmente musicais. Neste Blog pretende compartilhar suas inspirações, experiências e aprendizados. Fique à vontade e volte sempre!
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domingo, 24 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Férias de Inverno - Introdução
Finalmente, eu terei tempo para mim!!! 15 dias são suficientes para eu pensar em como foi minha vida durante 6 longos meses... Faço isso em todas as férias.
Muita coisa aconteceu, desde muito boas até muito ruins! Situações fizeram-me chorar, sorrir, fitar o nada, ficar preocupada e dizer que, simplesmente, eu não dou a mínima para o que pensam! rsrs
No filme "Sr. e Sra. Smith", há uma cena que John Smith (Brad Pitt) diz: "Acho que no fim a gente começa a pensar no começo".
Eu concordo plenamente com isso, quando chegamos ao fim de uma etapa, voltamos nossa mente para o começo dela e analisamos as ocorrências, percebemos o que aprendemos com os erros, ou não (rsrs), e crescemos (talvez, esse seja o motivo pelo qual fazemos isso inconscientemente).
E, também, é nesse momento de "stop" que pensamos, imaginamos e fazemos planos para a outra etapa do ano. No meu caso, ela vai ser T-E-N-S-A!! Terei vestibular, ENEM, formatura, minha mãe ficará 6 meses fora do país e será difícil definir meus objetivos, mas eu tenho que tentar encontrá-los! Por mim!
Sugiro que todos façam isso! Pensem em como foram esses últimos seis meses, o que aprenderam? o que os transformou? ficou tudo resolvido? eu fui feliz? fiz o bem? E depois, pensem em como podem ser os próximos seis! Podem tentar ser PESSOAS melhores, mais felizes, mais pacientes, menos estressadas.
O que acham? Eu respondi essas perguntas (e gostei das respostas!)... Por que não tentar fazer isso? Por você.
Essa post é dividida em várias partes...
Essa aqui é a introdução, na próxima colocarei sugestões do que fazer durante as férias, porque nem todo mundo vai viajar, né... (estou incluída)
Bjinhus!
Muita coisa aconteceu, desde muito boas até muito ruins! Situações fizeram-me chorar, sorrir, fitar o nada, ficar preocupada e dizer que, simplesmente, eu não dou a mínima para o que pensam! rsrs
No filme "Sr. e Sra. Smith", há uma cena que John Smith (Brad Pitt) diz: "Acho que no fim a gente começa a pensar no começo".
Eu concordo plenamente com isso, quando chegamos ao fim de uma etapa, voltamos nossa mente para o começo dela e analisamos as ocorrências, percebemos o que aprendemos com os erros, ou não (rsrs), e crescemos (talvez, esse seja o motivo pelo qual fazemos isso inconscientemente).
E, também, é nesse momento de "stop" que pensamos, imaginamos e fazemos planos para a outra etapa do ano. No meu caso, ela vai ser T-E-N-S-A!! Terei vestibular, ENEM, formatura, minha mãe ficará 6 meses fora do país e será difícil definir meus objetivos, mas eu tenho que tentar encontrá-los! Por mim!
Sugiro que todos façam isso! Pensem em como foram esses últimos seis meses, o que aprenderam? o que os transformou? ficou tudo resolvido? eu fui feliz? fiz o bem? E depois, pensem em como podem ser os próximos seis! Podem tentar ser PESSOAS melhores, mais felizes, mais pacientes, menos estressadas.
O que acham? Eu respondi essas perguntas (e gostei das respostas!)... Por que não tentar fazer isso? Por você.
Essa post é dividida em várias partes...
Essa aqui é a introdução, na próxima colocarei sugestões do que fazer durante as férias, porque nem todo mundo vai viajar, né... (estou incluída)
Bjinhus!
domingo, 3 de julho de 2011
Amor e Disciplina
Nossa! Faz muito tempo que eu não posto nada! Que absurdo!!
Enfim, reabro minhas posts com um texto que recebi por e-mail essa semana que eu achei muito legal e me deu uma vontade louca de mostrar!
Um Trecho do Livro “Os Sete Níveis da Intimidade”
Matthew Kelly
"Quando você pensa na palavra “disciplina”, o que lhe vem à mente? Para muitos, disciplina faz lembrar um professor exigente, um pai ou mãe controladores. Tente deixar de lado essa idéia e pense na disciplina que um atleta adota livremente para obter o melhor de si mesmo. Ninguém pode torná-lo disciplinado. A disciplina é um presente que damos a nós mesmos.
Todos os aspectos do ser humano desabrocham com disciplina, e o mesmo acontece com os relacionamentos. A disciplina é o preço que a vida cobra pela felicidade. Novamente, não estou falando do prazer passageiro, e sim de felicidade duradoura. Você não pode ser feliz por um período longo se não tiver disciplina.
A disciplina é a estrada que leva à plenitude da vida.
Pense nos quatro aspectos do ser humano: físico, emocional, intelectual e espiritual. Quando nos alimentamos bem, nos exercitamos com frequência e temos uma rotina de sono regular, nos sentimos mais plenamente vivos fisicamente. Quando amamos, quando damos prioridade aos relacionamentos significativos de nossas vidas, quando nos dedicamos a ajudar os outros em sua jornada, nos sentimos mais vivos intelectualmente. Quando entramos na escola do silêncio e nos postamos diante de Deus em oração, vivenciamos a vida mais plenamente do ponto de vista espiritual.
Cada uma dessas formas de vida mais plena requer disciplina.
Alimentar-se bem requer disciplina. Exercitar-se requer disciplina. Pensar nas necessidades dos outros antes das nossas requer disciplina. Tornar-nos as melhores pessoas que podemos ser exige escolhas, e as escolhas requerem disciplinas.
Você está desabrochando? Ou apenas sobrevivendo?
Quando nos sentimos mais plenamente vivos? Quando adotamos uma forma de disciplina. O ser humano desabrocha com a disciplina.
A disciplina é a chave da liberdade. É fácil ceder ao apelo dos prazeres momentâneos que este mundo oferece com tanta facilidade, mas todos os grandes homens e mulheres conhecem o valor de adiar as gratificações imediatas. Os heróis, líderes, campeões e santos que povoam os livros de história souberam adotar a disciplina muito bem.
Neste momento da história, o prazer e a gratificação imediata parecem ser os mestres da maioria das pessoas. Nós nos vemos escravizados e aprisionados por milhares de caprichos, anseios, vícios e apegos. Interiorizamos a idéia de que liberdade é a capacidade de fazer o que se quer, quando e onde se tem vontade, sem interferência de qualquer autoridade.
Mas liberdade não é a capacidade de se fazer o que se quer. Ser livre é ser capaz de escolher. Liberdade é a capacidade de escolher a cada momento o que é bom, verdadeiro, nobre e certo, para ir se tornando a melhor pessoa que você pode ser. Liberdade sem disciplina é impossível.
Mas a liberdade não é o centro da vida. Não. O amor é a essência da vida. O amor é a grande alegria da vida e sua maior lição. O amor é a única razão pela qual se dá a vida. Nós nos mantemos ocupados com tantas coisas e deixamos de lado, ignoramos, negligenciamos essa única e grandiosa tarefa. O amor é a principal e mais importante tarefa ― amar a si mesmo, esforçando-se para se tornar a melhor pessoa possível; amar os outros, incentivando-os em sua busca para se tornarem as melhores pessoas possíveis; e amar a Deus, tornando-se tudo aquilo que você foi criado para ser.
Para amar, porém, você precisa ser livre, pois amar é entregar-se a alguém ou a alguma coisa gratuitamente, de forma completa, incondicional e sem reservas. Mas, para se entregar ― a outra pessoa, a uma missão, a Deus ―, é preciso primeiro se conhecer e ser dono de si mesmo. A posse de si mesmo é a liberdade. Ela é um pré-requisito para o amor e só pode ser obtida por meio de disciplina.
É por isso que tão poucos relacionamentos florescem na nossa época. A própria natureza do amor exige a posse de si mesmo. Sem auto-controle e auto-domínio, somos incapazes de amar e de nos entregarmos.
O problema é que não queremos disciplina. Queremos que alguém nos diga que podemos ser felizes sem disciplina. Mas é impossível. Na verdade, se você quiser medir seu nível de felicidade, meça o nível de disciplina em sua vida. Os dois estão diretamente relacionados.
Cada passo em direção à melhor pessoa que podemos ser requer disciplina. (…)
Se não houver disciplina, não há amor."
Legal, né?! Eu também A-D-O-R-E-I!! Acho até que vou ler mais (em busca do livro de Matthew Kelly)!!
BEIJOCAS!!
Enfim, reabro minhas posts com um texto que recebi por e-mail essa semana que eu achei muito legal e me deu uma vontade louca de mostrar!
Um Trecho do Livro “Os Sete Níveis da Intimidade”
Matthew Kelly
"Quando você pensa na palavra “disciplina”, o que lhe vem à mente? Para muitos, disciplina faz lembrar um professor exigente, um pai ou mãe controladores. Tente deixar de lado essa idéia e pense na disciplina que um atleta adota livremente para obter o melhor de si mesmo. Ninguém pode torná-lo disciplinado. A disciplina é um presente que damos a nós mesmos.
Todos os aspectos do ser humano desabrocham com disciplina, e o mesmo acontece com os relacionamentos. A disciplina é o preço que a vida cobra pela felicidade. Novamente, não estou falando do prazer passageiro, e sim de felicidade duradoura. Você não pode ser feliz por um período longo se não tiver disciplina.
A disciplina é a estrada que leva à plenitude da vida.
Pense nos quatro aspectos do ser humano: físico, emocional, intelectual e espiritual. Quando nos alimentamos bem, nos exercitamos com frequência e temos uma rotina de sono regular, nos sentimos mais plenamente vivos fisicamente. Quando amamos, quando damos prioridade aos relacionamentos significativos de nossas vidas, quando nos dedicamos a ajudar os outros em sua jornada, nos sentimos mais vivos intelectualmente. Quando entramos na escola do silêncio e nos postamos diante de Deus em oração, vivenciamos a vida mais plenamente do ponto de vista espiritual.
Cada uma dessas formas de vida mais plena requer disciplina.
Alimentar-se bem requer disciplina. Exercitar-se requer disciplina. Pensar nas necessidades dos outros antes das nossas requer disciplina. Tornar-nos as melhores pessoas que podemos ser exige escolhas, e as escolhas requerem disciplinas.
Você está desabrochando? Ou apenas sobrevivendo?
Quando nos sentimos mais plenamente vivos? Quando adotamos uma forma de disciplina. O ser humano desabrocha com a disciplina.
A disciplina é a chave da liberdade. É fácil ceder ao apelo dos prazeres momentâneos que este mundo oferece com tanta facilidade, mas todos os grandes homens e mulheres conhecem o valor de adiar as gratificações imediatas. Os heróis, líderes, campeões e santos que povoam os livros de história souberam adotar a disciplina muito bem.
Neste momento da história, o prazer e a gratificação imediata parecem ser os mestres da maioria das pessoas. Nós nos vemos escravizados e aprisionados por milhares de caprichos, anseios, vícios e apegos. Interiorizamos a idéia de que liberdade é a capacidade de fazer o que se quer, quando e onde se tem vontade, sem interferência de qualquer autoridade.
Mas liberdade não é a capacidade de se fazer o que se quer. Ser livre é ser capaz de escolher. Liberdade é a capacidade de escolher a cada momento o que é bom, verdadeiro, nobre e certo, para ir se tornando a melhor pessoa que você pode ser. Liberdade sem disciplina é impossível.
Mas a liberdade não é o centro da vida. Não. O amor é a essência da vida. O amor é a grande alegria da vida e sua maior lição. O amor é a única razão pela qual se dá a vida. Nós nos mantemos ocupados com tantas coisas e deixamos de lado, ignoramos, negligenciamos essa única e grandiosa tarefa. O amor é a principal e mais importante tarefa ― amar a si mesmo, esforçando-se para se tornar a melhor pessoa possível; amar os outros, incentivando-os em sua busca para se tornarem as melhores pessoas possíveis; e amar a Deus, tornando-se tudo aquilo que você foi criado para ser.
Para amar, porém, você precisa ser livre, pois amar é entregar-se a alguém ou a alguma coisa gratuitamente, de forma completa, incondicional e sem reservas. Mas, para se entregar ― a outra pessoa, a uma missão, a Deus ―, é preciso primeiro se conhecer e ser dono de si mesmo. A posse de si mesmo é a liberdade. Ela é um pré-requisito para o amor e só pode ser obtida por meio de disciplina.
É por isso que tão poucos relacionamentos florescem na nossa época. A própria natureza do amor exige a posse de si mesmo. Sem auto-controle e auto-domínio, somos incapazes de amar e de nos entregarmos.
O problema é que não queremos disciplina. Queremos que alguém nos diga que podemos ser felizes sem disciplina. Mas é impossível. Na verdade, se você quiser medir seu nível de felicidade, meça o nível de disciplina em sua vida. Os dois estão diretamente relacionados.
Cada passo em direção à melhor pessoa que podemos ser requer disciplina. (…)
Se não houver disciplina, não há amor."
Legal, né?! Eu também A-D-O-R-E-I!! Acho até que vou ler mais (em busca do livro de Matthew Kelly)!!
BEIJOCAS!!
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